Mostrar el registro sencillo del ítem
| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-03-18T18:19:31Z | |
| dc.date.available | 2025-03-18T18:19:31Z | |
| dc.date.issued | 1956-03-25 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7729 | |
| dc.description.abstract | Aborda a importância da identificação do eleitor como um fator essencial para garantir a honestidade das eleições. Ele destaca que o voto é inseparável da pessoa humana e, para que as eleições sejam legítimas, é necessário que cada voto corresponda a uma pessoa real, devidamente habilitada a votar. O modelo estabelecido pelo Código Eleitoral de 1932 garantiu um sistema rigoroso de identificação, dificultando, senão impossibilitando, fraudes. Cada eleitor tinha um título eleitoral, que funcionava como uma carteira de identidade, e a existência de arquivos completos nos tribunais eleitorais (incluindo registros fotográficos e datiloscópicos) impossibilitava o alistamento fraudulento. Critica a destruição deste modelo pela ditadura em 1947, observando que, ao retornar à democracia em 1945, o Brasil transigiu com a justiça eleitoral e com o voto secreto, mas não restabeleceu o sistema de identificação rigoroso de 1932. Essa decisão visava preservar a massa de manobra eleitoral, permitindo que o alistamento fraudulento continuasse. Ele questiona a sinceridade dos reformistas atuais, sugerindo que só será possível acreditar em uma reforma verdadeira se forem restabelecidas as garantias do Código de 1932, incluindo a identificação fotográfica e datiloscópica do eleitor. | pt_BR |
| dc.subject | Voto; Identificação do Eleitor; Honestidade das Eleições; Pessoa Real; Código Eleitoral de 1932; Alistamento Fraudulento; Título Eleitoral; Identificação Fotográfica | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Pedra de Toque (1956-03-25) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |