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dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
dc.date.accessioned | 2025-03-19T11:27:47Z | |
dc.date.available | 2025-03-19T11:27:47Z | |
dc.date.issued | 1956 | |
dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7756 | |
dc.description.abstract | Analisa a hostilidade da maioria da imprensa brasileira em relação à reforma parlamentarista, mesmo quando este sistema concede maior poder à opinião pública e fortalece a influência dos meios de comunicação. Questiona por que, então, os jornais preferem o sistema presidencialista, que limita sua capacidade de influência. Pilla cita Ruy Barbosa para explicar que, em regimes presidenciais, a imprensa substitui a responsabilidade ministerial dos países parlamentares. Barbosa alertava sobre os riscos de manipulação da mídia, afirmando que governos podem enfraquecer a imprensa, transformando-a em uma ferramenta que apenas legitima os seus atos, sem questionamento. A crítica de Pilla revela como a imprensa, ao ser controlada e manipulada, pode perder sua função de fiscalizadora e tornar-se um instrumento de poder. Ele menciona também os escândalos envolvendo subvenções e concessões a jornais, especialmente após a Revolução de 1930 e a ascensão do Estado Novo, onde o intervencionismo econômico e os grandes negócios marcaram a relação entre governo e mídia. Sugere que a resistência à reforma parlamentarista é, em parte, motivada pelo medo da instabilidade política que ela poderia provocar, algo que os impérios jornalísticos atuais buscam evitar. Para Pilla, a reforma proposta ameaça essa estabilidade, e os jornais temem as possíveis consequências para seus interesses. | pt_BR |
dc.subject | Hostilidade; Imprensa; Reforma Parlamentarista; Sistema Presidencial; Opinião Pública; Influência; Poder; Ruy Barbosa; Manipulação; Fiscalização | pt_BR |
dc.title | Microscópio: Presidencialismo e Imprensa (1956) | pt_BR |
dc.type | Other | pt_BR |