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dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
dc.date.accessioned | 2025-03-19T11:56:34Z | |
dc.date.available | 2025-03-19T11:56:34Z | |
dc.date.issued | 1956-05-23 | |
dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7767 | |
dc.description.abstract | Discute a morte das constituições políticas, diferenciando entre três tipos: a morte violenta, que ocorre por meio de revoluções; a morte natural, que é pacífica, com a substituição ou modificação da constituição conforme o processo que ela própria estabelece; e a morte dissimulada, em que o texto constitucional permanece, mas o sistema político que ele sustenta é substituído sem alterações formais. Cita Pontes de Miranda, que afirma que uma constituição pode falhar sem ser alterada fisicamente, mas perdendo sua eficácia e incidência. No Brasil, ele usa o exemplo da Constituição do Império, que, embora formalmente presidencialista, foi adaptada ao parlamentarismo durante o Segundo Reinado, resultando em uma evolução política significativa. No entanto, ele também aponta a desintegração da Constituição de 1946, que, embora formalmente preservada, foi desfigurada por um poder militar que substituiu o sistema presidencial atenuado, transformando-o em uma ditadura disfarçada. Critica a substituição do governo democrático pelo poder militar sob a fachada do governo de Juscelino Kubitschek, destacando que, embora a constituição não tenha sido alterada, a prática do poder foi radicalmente modificada. Ele menciona a carta dos ministros militares a Nereu Ramos, ordenando-lhe a reforma constitucional retrógrada, como evidência dessa transformação política. | pt_BR |
dc.subject | Morte das Constituições; Sistema Político; Pontes de Miranda; Evolução Política; Constituição do Império; Constituição de 1946; Sistema Presidencial | pt_BR |
dc.title | Microscópio: Sob a Carapaça (1956-05-23) | pt_BR |
dc.type | Other | pt_BR |