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dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
dc.date.accessioned | 2025-03-19T12:22:17Z | |
dc.date.available | 2025-03-19T12:22:17Z | |
dc.date.issued | 1956-06-06 | |
dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7775 | |
dc.description.abstract | Discute a diferença entre os sistemas de governo presidencialista e parlamentarista, destacando as implicações para o comportamento dos governantes e a responsabilização no contexto político. Ele argumenta que, sob o presidencialismo, a irresponsabilidade das autoridades é comum, resultando em excessos policiais e violência, como os recentemente observados na capital. Para Pilla, o presidencialismo favorece a inércia e a falta de consequências imediatas para ações erradas por parte das autoridades. Em contraste, no sistema parlamentarista, ele afirma que a responsabilidade seria mais imediata e eficaz. O governo, se fosse o responsável pelos excessos, cairia rapidamente após uma moção de censura no Congresso Nacional, o que não ocorre no presidencialismo, onde os inquéritos se arrastam sem resultados concretos. A moção de censura ou desconfiança seria um mecanismo decisivo para responsabilizar os governantes, diferentemente do sistema atual, onde as autoridades escapam frequentemente das consequências de suas ações. Também critica a resposta oficial do governo a certos eventos, onde a negação dos fatos ocorre apesar da evidência evidente. Ele conclui ressaltando a diferença fundamental entre os dois sistemas: o presidencialismo tende a funcionar como uma "ditadura constitucionalizada", enquanto o parlamentarismo representa uma democracia funcional e representativa. | pt_BR |
dc.subject | União Nacional dos Estudantes; Sistema Parlamentar; Sistema Presidencial; Violências Policiais; Responsabilidade; Congresso Nacional; Moção de Censura; Governo | pt_BR |
dc.title | Microscópio: Mocidade Edificada (1956-06-06) | pt_BR |
dc.type | Other | pt_BR |