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dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
dc.date.accessioned | 2025-03-19T12:36:05Z | |
dc.date.available | 2025-03-19T12:36:05Z | |
dc.date.issued | 1956-06-06 | |
dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7779 | |
dc.description.abstract | Reflete sobre a divisão da Nação brasileira e a dificuldade de encontrar um único líder capaz de unir diferentes facções políticas. Ele destaca que a vida pública brasileira é marcada por divergências profundas, que vão além das diferenças ideológicas convencionais. Afirma que, mesmo diante das diversas figuras de liderança, como Lacerda, Lott, Kubitschek e outros, a verdadeira união entre eles é impossível, pois suas visões de governo são incompatíveis. Ele observa que o sistema político brasileiro está viciado, não funcionando como uma democracia verdadeira, mas como uma luta pelo poder pessoal, muitas vezes irresponsável e exploradora. A solução, segundo Pilla, não é esperar por um líder único para unir o País, mas sim mudar o sistema político. Ele defende a adoção do sistema parlamentarista como a solução para a crise brasileira, alegando que este sistema despersonaliza o poder e torna as disputas políticas mais civilizadas. O parlamentarismo, ao contrário do presidencialismo, permitiria a convivência e até colaboração entre as diversas correntes políticas, reduzindo a polarização. Reforça que a verdadeira união nacional só seria alcançada com a implementação desse sistema, mesmo que a Emenda Parlamentarista tenha sido vetada. Ele conclui que, embora a solução tenha sido superada temporariamente, ela ainda é válida e necessária para o futuro do País. | pt_BR |
dc.subject | Clube Militar; Lott; Kubitschek; Divergências Políticas; Vida Pública; Ideologias; Democracia; Luta pelo Poder | pt_BR |
dc.title | Resposta ao Inquérito d'O SEMANÁRIO (1956-06-06) | pt_BR |
dc.type | Other | pt_BR |