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dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
dc.date.accessioned | 2025-03-19T13:10:18Z | |
dc.date.available | 2025-03-19T13:10:18Z | |
dc.date.issued | 1956-04-12 | |
dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7792 | |
dc.description.abstract | Defende a necessidade urgente de uma reforma profunda no regime político brasileiro, dada a decadência progressiva da vida pública. Ele critica as modificações superficiais feitas nas Constituições de 1934 e 1946, como a simples presença dos ministros no Congresso, que, segundo ele, são paliativos ineficazes. O verdadeiro remédio, argumenta, é substituir o regime presidencialista pelo parlamentarismo, com base na experiência histórica do Brasil e na boa doutrina democrática. Refuta a alegação de que o Brasil não está preparado para o sistema parlamentarista, afirmando que este é mais fácil de ser praticado do que o presidencialismo. Ele explica que o parlamentarismo é natural e fisiológico, funcionando melhor com a implementação gradual. Em contraste, o presidencialismo tem sido prejudicial, deseducando e pervertendo a política brasileira. Argumenta que, enquanto os Estados Unidos foram a única nação a conseguir implementar o presidencialismo com sucesso, o sistema parlamentar tem sido amplamente adotado por diversos países ao redor do mundo, incluindo nações de diferentes raças e níveis culturais. Ele conclui que, com o apoio crescente da Câmara dos Deputados, a emenda parlamentarista já se apresenta como o caminho indicado para uma reforma significativa. | pt_BR |
dc.publisher | O Globo | pt_BR |
dc.subject | Reforma; Regime Político; Governo; Modificações; Constituição; Sistema Parlamentar; Presidencialismo; Experiência Histórica; Doutrina Democrática | pt_BR |
dc.title | *Sem Título* (1956-04-12) | pt_BR |
dc.type | Other | pt_BR |