Resumen:
Comenta sobre a importância da Justiça Eleitoral e os riscos de sua peroração. No início, ele expressa preocupação com a possibilidade de a instituição se desvirtuar, alertando contra julgamentos precipitados sobre o caso do governador de Santa Catarina, Jorge Lacerda, e o recurso interposto ao Superior Tribunal Eleitoral. Pilla, contudo, adverte que a análise final do Tribunal ainda precisava ser aguardada, deixando uma esperança de que a Justiça Eleitoral cumprisse com seu papel de forma adequada. Com grande satisfação, ele destaca que, por unanimidade, o Tribunal negou o recurso, permitindo que Lacerda permanecesse no cargo. Observa que, embora alguns possam tentar minimizar o feito, explicando-o por fatores externos como a manifestação do presidente da República, o importante é que o órgão da Justiça Eleitoral cumpriu sua responsabilidade. Enfatiza que, apesar de ainda haver falhas na legislação eleitoral, a Justiça Eleitoral e o voto secreto são as peças essenciais da reforma política promovida pela Revolução de 1930. Conclui que, embora a democracia brasileira tenha enfrentado desafios como a ditadura e a demagogia, a preservação e o fortalecimento da Justiça Eleitoral são cruciais. Mesmo que não tenha sido perfeita, a instituição ainda pode cumprir seu papel de forma satisfatória, garantindo a integridade do sistema político do país.