Resumen:
Argumenta sobre as diferenças essenciais entre o Congresso no sistema presidencialista e no parlamentarista, destacando que o Congresso parlamentarista não pode ser confundido com o presidencialista devido a diversas características. A primeira distinção está na eleição dos membros, que, embora com diferentes motivações, influencia diretamente a natureza das Câmaras em cada sistema. Aponta que, no sistema parlamentarista, o governo está intimamente envolvido na representação, o que orienta a atividade legislativa, ao passo que, no sistema presidencialista, há uma separação entre os dois poderes, resultando em um comportamento legislativo distinto. Utiliza o exemplo do regime britânico, onde os ministros estão constantemente no parlamento para expor planos e necessidades, fortalecendo a relação entre o Executivo e o Legislativo. No contraste, no regime norte-americano, essa relação é mais fraca e se limita a mensagens ou aparições ocasionais de secretários. Critica essa separação no sistema presidencialista e destaca a superioridade do parlamentarismo, citando especialistas como Wilson e Harold Laski, que também apontam a inadequação da separação entre legislação e administração no modelo presidencialista. Conclui que o Congresso parlamentarista, ao contrário do que alguns afirmam, não seria tão ruim quanto o presidencialista e, em muitos aspectos, seria superior.