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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-03-19T14:06:30Z | |
| dc.date.available | 2025-03-19T14:06:30Z | |
| dc.date.issued | 1956-07-22 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7803 | |
| dc.description.abstract | Reflete sobre o poder do veto presidencial e suas implicações para o processo democrático. Embora seja um poder importante, Pilla destaca que o veto não é absoluto e pode cair em determinadas situações, como quando o presidente demonstra desinteresse ou falta de fundamentação em sua decisão. A prática do veto, que deveria ser excepcional, se tornou rotineira, mostrando a leviandade com que é utilizado. Também observa que, em casos em que projetos de lei atendem a interesses individuais ou grupais, o Congresso muitas vezes se submete à pressão, enquanto os princípios gerais ficam em segundo plano. Isso ocorre porque os parlamentares, em busca de favoráveis à sua base, ignoram o interesse público. Lamenta a ausência de espírito público no país, onde os interesses particulares prevalecem sobre os gerais, e critica a falta de sensibilidade para questões mais amplas. Em relação à reforma parlamentarista, Pilla reconhece as dificuldades que ela enfrentaria em um contexto de corrupção e falta de comprometimento com a vida pública. No entanto, ele acredita que a única forma de salvar o país seria restaurar a normalidade do processo democrático. Para Pilla, a reforma é necessária para restaurar o equilíbrio entre os poderes e revitalizar a política nacional, que foi pervertida ao longo dos anos pelo sistema presidencialista e pelas suas falhas. | pt_BR |
| dc.subject | Processo Democrático; Interesses Individuais; Interesses Gerais; Espírito Público; Reforma Parlamentarista; Corrupção; Falhas; Sistema Presidencial | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Veto e Espírito Público (1956-07-22) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |