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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-03-20T12:13:12Z | |
| dc.date.available | 2025-03-20T12:13:12Z | |
| dc.date.issued | 1956-09-09 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7828 | |
| dc.description.abstract | Imagina um cenário em que o Congresso Nacional rejeite a lei contra a imprensa, atualmente em discussão. Ele sugere que, diante dessa rejeição, poderia ocorrer uma revolução ou um golpe de Estado. Contudo, Pilla minimiza a gravidade desses acontecimentos, afirmando que nenhum seria mais grave do que a situação atual. Se fosse um golpe, ele seria apenas mais um na sequência de eventos políticos desde novembro anterior. O golpe seria direto, sem disfarces, mas não necessariamente mais nocivo do que outros anteriores. Também considera a possibilidade de uma revolução, mas tranquiliza o leitor ao afirmar que seria uma revolução pacífica, feita por um poder constituído, que poderia não dispor de forças militares para se defender. A revolução, segundo Pilla, seria uma restauração do verdadeiro papel do Congresso, que, na sua visão, está atualmente subordinado ao Executivo. Ele vê a oportunidade de o Congresso recuperar sua autoridade e restaurar as relações naturais entre os poderes, como parte da democracia. Além disso, Pilla destaca que as condições atuais são favoráveis para que o Congresso assuma uma posição de liderança, contando com o apoio da opinião pública. Para ele, esta é uma chance única, onde o risco de uma revolução seria mínimo, mas o impacto positivo, significativo. Em sua análise, o Congresso deveria aproveitar esse momento para restaurar a soberania popular e resgatar sua dignidade. | pt_BR |
| dc.subject | Congresso Nacional; Lei contra a Imprensa; Revolução; Golpe de Estado; Situação Atual; Poder Legislativo; Soberania Popular; Relações Naturais; Poder Público | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Revolução Pacífica (1956-09-09) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |