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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-03-20T12:51:56Z | |
| dc.date.available | 2025-03-20T12:51:56Z | |
| dc.date.issued | 1956-09-26 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7843 | |
| dc.description.abstract | Critica a alegada responsabilidade que os governantes atuais, tanto civis quanto militares, invocam para justificar suas ações, argumentando que essa responsabilidade não é genuína. Ele observa que, enquanto se exige responsabilidade dos jornalistas, que influenciam a opinião pública, os governantes tentam, na verdade, amordaçar a imprensa para garantir sua própria irresponsabilidade. Destaca que, na lei, já existe uma forma de responsabilizar os jornalistas que cometem injúrias, calúnias ou difamações, e que, se mais processos não ocorrem, é porque as vítimas desses crimes, muitas vezes, são as mais vulneráveis a críticas. Ele vê nesse movimento uma tentativa de transformar os jornalistas em bodes expiatórios para esconder a irresponsabilidade dos governantes. Também evoca Ruy Barbosa, que, em 1920, apontou que o ideal dos governos latino-americanos, como o Brasil, era a irresponsabilidade, uma característica que se reflete no sistema presidencialista vigente. Sugere que, apesar de discursos sobre a responsabilidade, o que se busca é a perpetuação de uma administração irresponsável, à margem de qualquer modelo republicano real. O presidencialismo brasileiro, segundo Pilla, tem gerado diversas ditaduras, e os governantes não só perpetuam essa irresponsabilidade como a intensificam, sem qualquer compromisso com a verdadeira prática republicana. | pt_BR |
| dc.subject | Responsabilidade; Governantes; Jornalistas; Imprensa; Irresponsabilidade; Ruy Barbosa; Sistema Presidencial; Ditaduras; Crítica; Política | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Só em Cata da Irresponsabilidade (1956-09-26) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |