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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-03-20T13:33:59Z | |
| dc.date.available | 2025-03-20T13:33:59Z | |
| dc.date.issued | 1956-09-30 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7846 | |
| dc.description.abstract | Critica as cerimônias suntuosas que acompanham a posse dos presidentes na América Latina, comparando-as com práticas monárquicas. Ele argumenta que a posse de um presidente é um ato de rotina democrática, sendo apenas a substituição do titular do cargo mais alto do Estado, sem grande significado externo. Para ele, o aparato cerimonial típico da posse presidencial em países latino-americanos lembra mais a coroação de um monarca, algo que não se justifica na democracia republicana. Faz uma analogia com a monarquia britânica, onde a cerimônia de coroação tem um caráter histórico e simbólico importante, representando a continuidade e estabilidade do regime. No entanto, ele considera que a pompa que envolve a posse de presidentes na América Latina não condiz com a natureza democrática da república. Sugere que, em vez de enviar embaixadas especiais e criar um evento luxuoso, seria mais adequado e financeiramente responsável que o país enviasse seus representantes diplomáticos normais para a posse, com uma demonstração de amizade mais modesta, mas igualmente sincera. Em sua crítica, ele destaca a disparidade entre as práticas cerimoniais latino-americanas e o que seria esperado em uma verdadeira democracia republicana, questionando o valor e a necessidade desses rituais de grandiosidade. | pt_BR |
| dc.subject | Cerimônias; Posse; Presidentes; América Latina; Monarquia; Ritual; Democracia; Substituição; Cargo; Reino Unido | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Coroação Presidencial (1956-09-30) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |