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Microscópio: Coisa de Loucos (1956-10-13)

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dc.contributor.author Pilla, Raul
dc.date.accessioned 2025-03-20T13:43:19Z
dc.date.available 2025-03-20T13:43:19Z
dc.date.issued 1956-10-13
dc.identifier.uri http://hdl.handle.net/20.500.11959/7850
dc.description.abstract Questiona como seria governado um país de loucos, sugerindo que, embora não sejamos um país de loucos, estamos sendo governados como se fôssemos. Ele cita o exemplo da vertiginosa tributação do vinho nacional como uma demonstração dessa loucura. O governo, ao tentar equilibrar o orçamento, opta por aumentar os impostos, uma medida que é, segundo Pilla, extremamente insensata. Explica que, para equilibrar o orçamento, seria necessário não apenas aumentar a tributação, mas também reduzir despesas desnecessárias. Contudo, a decisão de aumentar o imposto sobre o vinho de 800 a 1.600 por cento é vista como absurda. Argumenta que, mesmo se reconhecendo a necessidade de aumento de impostos, a medida deveria ser gradual, para não prejudicar a produção. Ele também aponta que a viticultura, especialmente no Rio Grande do Sul, utiliza terras íngremes e pedregosas, que dificilmente seriam aproveitadas para outras culturas. Portanto, seria um erro matar a produção de vinho ao invés de buscar alternativas mais equilibradas para as finanças do país. Conclui que tal atitude é um exemplo claro de como as ações do governo podem ser comparadas a decisões tomadas por "loucos", prejudicando, assim, setores essenciais da economia. pt_BR
dc.subject Tributação; Vinho; Orçamento; Aumento; Impostos; Redução; Rio Grande do Sul; Terras íngremes; Produção pt_BR
dc.title Microscópio: Coisa de Loucos (1956-10-13) pt_BR
dc.type Other pt_BR


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