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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-03-28T11:25:27Z | |
| dc.date.available | 2025-03-28T11:25:27Z | |
| dc.date.issued | 1957-03-01 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7897 | |
| dc.description.abstract | Critica o estado de decadência e desgoverno no Brasil, que, em sua visão, tem se intensificado ao longo de várias décadas. Ele afirma que o governo transformou-se em uma indústria do poder, onde a demagogia tomou o controle e os problemas essenciais foram negligenciados. Um exemplo claro dessa falência do governo é a questão dos transportes no país. Apesar do crescimento geral, Pilla aponta que o sistema de transporte regrediu, com a deterioração das ferrovias e da navegação, que antes eram eficientes no Império e na Primeira República. Após a Revolução de 1930, a intervenção estatal na economia, em vez de melhorar a infraestrutura, agravou a situação, levando à falência do sistema de transportes. Contesta a ideia de que o país vive uma "crise de crescimento", sugerindo que o que realmente ocorre é a falta de capacidade do governo de gerenciar os recursos adequadamente. Ele reforça a ideia de que, embora o Brasil continue a produzir, a falta de um sistema de transportes eficiente impede que essa produção seja bem distribuída, gerando uma situação de "inanição" econômica. A crítica é exemplificada por uma carta do Governador do Rio Grande do Sul, Ildo Meneghetti, que argumenta que, com melhores transportes, o Brasil não precisaria importar produtos essenciais. Conclui questionando se o Brasil realmente enfrenta uma crise de crescimento ou se o problema é a incompetência do poder público. | pt_BR |
| dc.subject | País; Governo; Demagogia; Problemas básicos; Transporte; Crescimento; Regresso; Sistema de transportes; Império; Primeira República | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Crise de Crescimento... (1957-03-01) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |