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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-03-28T11:44:46Z | |
| dc.date.available | 2025-03-28T11:44:46Z | |
| dc.date.issued | 1957-03-07 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7900 | |
| dc.description.abstract | Analisa os desdobramentos políticos após a Revolução de 1930 e os perigos do autoritarismo que surgiram com a Legião de Outubro, um movimento que visava consolidar uma ditadura em torno de Getúlio Vargas, apoiado por setores fascistas. A Legião não vingou, mas seu espírito totalitário ressurgiria com o Estado Novo. Destaca o papel vigilante do jornal "Estado do Rio Grande", que denunciou os desvios do movimento e defendeu os ideais revolucionários. No entanto, o autoritarismo continuou a se desenvolver e, anos depois, surgiu a Legião Cívica General Lott, um movimento mais perigoso, pois estava diretamente vinculado ao Ministério da Guerra e, portanto, à força militar. Essa legião visava fortalecer a ditadura pessoal de Lott, colocando o Brasil em uma situação de grande delicadeza política. Critica o movimento, questionando o caráter do civismo defendido, já que se baseia na força militar e não na defesa de uma revolução. A fundação da Legião levanta temores de que Lott esteja se preparando para se tornar presidente, utilizando o poder militar para conquistar o cargo de forma legal ou, caso surjam obstáculos, impor sua autoridade através do uso da força. Conclui que o presidente Juscelino Kubitschek não pode ignorar essa ameaça, pois a situação coloca em risco a democracia e as instituições representativas do país. | pt_BR |
| dc.publisher | Estado do Rio Grande | pt_BR |
| dc.subject | Revolução de 1930; Legião de Outubro; Getúlio Vargas; Ditadura; Fascismo; Olegário Maciel; Oswaldo Aranha; Estado Novo | pt_BR |
| dc.title | Ou a Política, Ou as Armas (1957-03-07) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |