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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-03-28T13:46:22Z | |
| dc.date.available | 2025-03-28T13:46:22Z | |
| dc.date.issued | 1957-05-15 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7942 | |
| dc.description.abstract | Pilla recebeu uma carta de um remetente que se identifica como N. Prânada, pseudônimo de origem hindu. O missivista elogia a coerência e firmeza das ideias de Pilla, mas critica suas opiniões sobre a política brasileira e seus ataques aos homens públicos. Ele sugere que a filosofia defendida por Pilla, que considera os indivíduos responsáveis por suas ações, está em desacordo com as novas concepções científicas. De acordo com o remetente, a ciência contemporânea não admite o livre-arbítrio, argumentando que as ações humanas, sejam boas ou más, são determinadas por fatores fora do controle individual, como a genética e as forças naturais. Prânada propõe ainda uma visão cíclica, onde tudo se repete em grandes intervalos de tempo, o que, segundo ele, tornaria os esforços humanos inúteis, uma vez que o curso dos acontecimentos está predestinado. Pilla, por sua vez, não entra em debates filosóficos complexos, mas reafirma seu entendimento de que, apesar das críticas, a política brasileira sofre com imoralidade e irresponsabilidade. Ele critica a filosofia apresentada por Prânada, que, segundo ele, não justifica a corrupção e a má conduta política, e insiste na responsabilidade dos indivíduos. Pilla vê essa filosofia como uma ameaça ao entendimento ético e moral da política, caracterizando-a como uma justificativa para a falta de ética no cenário político brasileiro. | pt_BR |
| dc.subject | Carta; N. Prânada; Pseudônimo; Filosofia; Coerência; Crítica; Política Brasileira; Imoralidade; Irresponsabilidade; Livre Arbítrio; Ciência; Determinismo | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Uma Filosofia Para Esta Política (1957-05-15) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |