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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-04-07T18:24:13Z | |
| dc.date.available | 2025-04-07T18:24:13Z | |
| dc.date.issued | 1957-08-29 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7999 | |
| dc.description.abstract | Critica um projeto de reforma eleitoral que visa permitir o alistamento de analfabetos, permitindo-lhes votar. O autor faz uma distinção entre dois projetos: o primeiro, que não traz grandes mudanças, apenas consolidaria as bases eleitorais dos partidos majoritários, mantendo ou permitindo o alistamento de analfabetos com pouca educação. Esse projeto, segundo Pilla, apenas perpetuaria a fraude eleitoral. O segundo projeto, mais grave, busca alterar a Constituição, permitindo que analfabetos, independentemente de seu grau de ignorância, possam votar, o que o autor vê como um risco à democracia. Argumenta que o exercício do voto exige um mínimo de capacidade mental, já que o eleitor precisa fazer escolhas complexas entre ideias, soluções e princípios para eleger candidatos competentes. Ele destaca que os analfabetos, privados da formação necessária para entender o processo político, não podem realizar esse julgamento adequadamente. Para Pilla, eles são vulneráveis à manipulação e à propaganda, sendo facilmente arrastados a votar sem a capacidade de discernir entre candidatos e ideias. O autor vê essa situação como benéfica para demagogos e cesaristas, que poderiam usar o voto dos analfabetos para legitimar um regime autoritário. Ele conclui que a reforma proposta não apenas perverteria o regime democrático, mas também colocaria em risco seus fundamentos. | pt_BR |
| dc.subject | Projeto de Reforma; Analfabetos; Voto; Democracia; Fraude Eleitoral; Propaganda; Manipulação | pt_BR |
| dc.title | Do analfabetismo ao Cesarismo | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |