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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-04-07T18:57:08Z | |
| dc.date.available | 2025-04-07T18:57:08Z | |
| dc.date.issued | 1957-08-11 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/8006 | |
| dc.description.abstract | Apresenta uma reflexão sobre o otimismo e o pessimismo no Brasil, utilizando como ponto de partida as declarações de Osvaldo Aranha. Aranha, ao criticar os pessimistas, afirma que não há abismo grande o suficiente para tragar o Brasil, defendendo uma visão otimista sobre o país, com base em sua ascensão pessoal e as conquistas do governo. Pilla, por outro lado, apresenta uma visão mais crítica, destacando que enquanto os líderes podem ter razões para serem otimistas, a realidade da maioria dos brasileiros é marcada pela fome, corrupção, e dificuldades econômicas cada vez mais intensas. Pilla faz uma análise histórica, lembrando das crises passadas, como a de 1929-1930, que resultaram em uma revolução que desviou de seus ideais iniciais. Para ele, o país nunca conseguiu retomar o rumo, e a crise atual não parece ser passageira. Os pessimistas, em sua visão, são mais realistas, pois reconhecem os problemas e procuram evitá-los, enquanto os otimistas, ao ignorar a gravidade da situação, estão contribuindo para a contínua degradação do país. Pilla questiona onde estão os realistas, aqueles que podem julgar sem paixão e que, ao reconhecerem o perigo, podem tentar salvar o Brasil. Ele sugere que o abismo para o qual o país caminha pode ser profundo, e os otimistas não são os que realmente irão evitar a queda. | pt_BR |
| dc.subject | Osvaldo Aranha; Crítica; Crise; Corrupção; Economia | pt_BR |
| dc.title | O Brasil e o abismo | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |