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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-04-07T20:06:21Z | |
| dc.date.available | 2025-04-07T20:06:21Z | |
| dc.date.issued | 1957-10-10 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/8019 | |
| dc.description.abstract | Raul Pilla refuta a ideia de que o sistema parlamentarista esteja em crise, como sugerido pelo jornal *Estado de S. Paulo*. Ele argumenta que o que realmente está em crise não é o parlamentarismo, mas a democracia representativa em face das crescentes complexidades do governo moderno. Destaca que o termo "parlamentarismo" é frequentemente confundido com o sistema representativo em geral, não sendo exclusivo do modelo parlamentarista. O autor também critica a defesa do sistema presidencialista, apontando que ele, especialmente nas Américas, tem levado à corrupção e instabilidade política, com frequentes golpes de Estado e ditaduras, como observado em várias repúblicas latino-americanas. Nos Estados Unidos, o presidencialismo favorece a irresponsabilidade governamental e, portanto, contribui para a mediocridade política. Ainda, refuta a ideia de que o parlamentarismo depende de uma estratificação social bem marcada e de poucos partidos. Ele argumenta que o parlamentarismo funciona bem tanto em países com forte estratificação social, como na Inglaterra, quanto em países sem essa característica, como na Austrália e no Canadá. Além disso, ele destaca que, apesar da diversidade partidária em países como a Bélgica e a Dinamarca, o sistema parlamentarista continua a ser eficiente, o que contraria a argumentação de que a multiplicidade de partidos dificultaria seu funcionamento. | pt_BR |
| dc.subject | Parlamentarismo; Crise; Instabilidade política; Fragmentação partidária; América Latina | pt_BR |
| dc.title | A crise do parlamentarismo | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |