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dc.contributor.author Pilla, Raul
dc.date.accessioned 2025-04-09T16:28:49Z
dc.date.available 2025-04-09T16:28:49Z
dc.date.issued 1957-08-26
dc.identifier.uri http://hdl.handle.net/20.500.11959/8033
dc.description.abstract Discute a questão do voto dos analfabetos e as implicações políticas e constitucionais dessa prática. Pilla argumenta que a Justiça Eleitoral tem se esforçado para moralizar o voto, mas há sérios problemas no sistema eleitoral, principalmente relacionados ao eleitorado analfabeto. Critica a existência de eleitores que não sabem ler nem escrever, mas estão registrados, o que configura uma fraude que favorece principalmente os partidos governamentais. Segundo ele, a Constituição exige que apenas cidadãos alfabetizados possam votar, tornando ilegal o voto dos analfabetos. Também reflete sobre os argumentos favoráveis ao voto dos analfabetos, apontando que, embora existam exceções de analfabetos com boa consciência cívica, a maioria não tem a capacidade de discernir e votar com plena consciência. Ele defende que a verdadeira solução para o sufrágio universal seria a alfabetização de todos, e não a fabricação de eleitores. Além disso, o autor alerta para os perigos da propaganda política em massa, que pode manipular eleitores analfabetos por meio de meios de comunicação como rádio e televisão, que possuem um poder de influência muito forte. pt_BR
dc.subject Justiça Eleitoral; Analfabetos; Fraude; Eleitores; Propaganda Política; Manipulação pt_BR
dc.title Eleitores Analfabetos pt_BR
dc.type Other pt_BR


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