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O Petróleo, a Constituição e a Bahia

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dc.contributor.author Pilla, Raul
dc.date.accessioned 2025-04-09T19:21:08Z
dc.date.available 2025-04-09T19:21:08Z
dc.date.issued 1958-03-08
dc.identifier.uri http://hdl.handle.net/20.500.11959/8069
dc.description.abstract Critica a centralização do poder no Brasil, especialmente em relação ao aproveitamento do petróleo baiano, que, segundo o autor, está sendo explorado de maneira indevida pela União. A Bahia, apesar de possuir grandes reservas de petróleo, pouco se beneficia disso, já que a exploração é dominada pela Petrobrás, um monopólio estatal. Destaca a violação da Constituição Federal de 1946, que garante aos Estados a autoridade sobre a exploração de recursos minerais em seus territórios, como o petróleo. Pilla afirma que a Constituição assegura ao Estado da Bahia o direito de autorizar ou conceder a exploração do petróleo dentro de seu território, mas esse direito foi usurpado pela União, que transformou a sua ação de tutela em uma apropriação indevida do recurso. O artigo 153 da Constituição estabelece que os Estados devem ter a atribuição de explorar seus recursos minerais, desde que cumpram certas condições, mas essa disposição foi ignorada, prejudicando a Bahia e outros estados. O autor também critica a mentalidade centralizadora e autoritária que, após a Revolução de 1930, deformou a política brasileira, tornando a Constituição de 1946 em uma letra morta. Conclui que essa concentração de poder é um reflexo da falta de verdadeira democracia e liberdade no Brasil, um país ainda marcado por práticas caudilhistas. pt_BR
dc.subject Petróleo; União; Exploração; Petrobrás; Recursos Minerais; Constituição de 1946; Monopólio Estatal pt_BR
dc.title O Petróleo, a Constituição e a Bahia pt_BR
dc.type Other pt_BR


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