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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-04-10T17:10:02Z | |
| dc.date.available | 2025-04-10T17:10:02Z | |
| dc.date.issued | 1957-10-27 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/8081 | |
| dc.description.abstract | Contrapõe a realidade política francesa à situação vivida pelo Brasil e por outras repúblicas latino-americanas, criticando os defensores do presidencialismo que desdenham do sistema parlamentarista. Segundo o autor, os que criticam a França pela instabilidade de seus gabinetes não compreendem que essa rotatividade ministerial não compromete a continuidade administrativa nem o funcionamento do Estado. Pilla argumenta que essas mudanças são naturais em um regime democrático e refletem apenas adaptações às conjunturas políticas e sociais. Ele destaca que, mesmo após grandes tragédias históricas, como a guerra franco-prussiana e as duas guerras mundiais, a França conseguiu se recuperar rapidamente, mantendo sua estrutura e papel relevante no cenário internacional. Já o Brasil, apesar de não ter participado diretamente dos conflitos mundiais, encontra-se em ruína, marcado por instabilidade, golpes de Estado e regimes ditatoriais. Para o autor, é irônico que países em crise se julguem em posição de criticar a estabilidade de uma nação como a França, que continua crescendo e se desenvolvendo, inclusive graças ao seu sistema parlamentarista. A conferência proferida por Maurice Dehors, mencionada por Pilla, reforça essa visão ao mostrar o progresso da França no pós-guerra: crescimento populacional, aumento da produção, elevação da produtividade e continuidade de seu papel histórico na Europa. | pt_BR |
| dc.subject | França; Brasil; Parlamentarismo; Presidencialismo; Instabilidade; Europa | pt_BR |
| dc.title | A França e o Brasil | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |