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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-04-11T17:33:24Z | |
| dc.date.available | 2025-04-11T17:33:24Z | |
| dc.date.issued | 1958-07-09 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/8149 | |
| dc.description.abstract | Critica a falência do regime eleitoral brasileiro, que, apesar da formalização do voto e da redução de fraudes, ainda enfrenta problemas como corrupção e suborno. Destaca que a verdadeira falha não está apenas nas fraudes, mas na falta de educação cívica da população. Embora o voto secreto tenha sido uma conquista importante, a preparação inadequada dos cidadãos, somada à demagogia e à corrupção do período do Estado Novo, comprometeu o processo democrático. O autor remonta a experiência histórica, observando que, apesar das reformas eleitorais, a consciência política nunca foi realmente trabalhada, deixando os eleitores despreparados para o uso consciente de seu direito de voto. Pilla argumenta que, embora o voto seja uma base fundamental da democracia, ele sozinho não é suficiente para formar cidadãos informados. Para ele, a democracia precisa de um sistema político adequado que não apenas capture a vontade do eleitor, mas que também o eduque e esclareça. O autor sugere que o sistema parlamentar seria mais eficaz nesse sentido, pois oferece uma “escola política” que forma estadistas, algo que o presidencialismo brasileiro falhou em promover. Ao invés de um avanço democrático genuíno, o Brasil tem vivido um ciclo de demagogia, onde o presidencialismo e a ditadura se alternam, mas sem promover uma verdadeira consciência cidadã. | pt_BR |
| dc.subject | Democracia; Regime Eleitoral; Voto; Fraudes; Estado Novo; Conscientização Política | pt_BR |
| dc.title | Democracia Sem Cidadãos | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |