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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-04-14T20:09:27Z | |
| dc.date.available | 2025-04-14T20:09:27Z | |
| dc.date.issued | 1959-01-04 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/8224 | |
| dc.description.abstract | Discute a filosofia por trás do sistema político brasileiro, questionando se o país é verdadeiramente democrático ou se adota uma filosofia política de "devorismo". Pilla começa destacando que a filosofia da democracia se baseia na liberdade, igualdade e dignidade dos homens, enquanto o totalitarismo vê o homem como uma peça subordinada ao Estado. O autor sugere que, apesar da Constituição afirmar que o poder emana do povo, a prática política no Brasil está distante de ser genuinamente democrática. A partir disso, Pilla define o "devorismo" como a filosofia política que domina o Brasil, caracterizando o Estado brasileiro como uma máquina espoliadora. Ele observa que os tributos são coletados de todos os cidadãos, sem diferenciação justa entre ricos e pobres, o que indica uma prática oligárquica ou plutocrática. Critica a aplicação dos impostos, que muitas vezes são usados para beneficiar uma minoria, e a política orçamentária que visa apenas o interesse de uma pequena elite. Pilla também aponta problemas administrativos, como o excesso de funcionários públicos nomeados para fins de distribuição de favores políticos e a falta de concorrência nas grandes obras, que resultam em aumento de custos. O exemplo mais grave de devorismo citado é o desvio das verbas destinadas aos flagelados da seca no Nordeste. Para o autor, o Brasil está parasitado por um sistema que privilegia poucos, enquanto a maioria sofre as consequências. | pt_BR |
| dc.publisher | Diário de Notícias | pt_BR |
| dc.subject | Filosofia Política; Democracia; Devorismo; Oligarquia; Plutocracia; Política Orçamentária | pt_BR |
| dc.title | O Devorismo | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |