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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-04-14T20:33:49Z | |
| dc.date.available | 2025-04-14T20:33:49Z | |
| dc.date.issued | 1958-09-25 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/8229 | |
| dc.description.abstract | Raul Pilla critica severamente a concepção política de Leonel Brizola e os argumentos usados por seus partidários na campanha eleitoral. A principal acusação recai sobre a estratégia de amedrontar o eleitorado, alegando que, caso o candidato Peracchi Barcelos fosse eleito, o Rio Grande do Sul sofreria represálias do Governo Federal, por não ter apoiado Juscelino Kubitschek. Segundo Pilla, essa visão revela uma mentalidade caudilhesca, que privilegia aliados e pune adversários, distorcendo os princípios do regime federativo e da democracia. O autor argumenta que a ameaça de retaliação, além de infundada, é um recurso imoral, pois subordina a livre escolha dos eleitores aos interesses de um grupo político. Ele responsabiliza o facciosismo trabalhista por impedir a importação de máquinas rodoviárias que beneficiariam o Estado, manipulando o Governo Federal por conveniências eleitorais. Ressalta ainda que o Presidente da República, mesmo que suscetível a pressões, não teria interesse em perseguir um governador legitimamente eleito, pois isso comprometeria a própria estabilidade de seu governo. Pilla também alerta para o risco de Brizola aplicar, caso eleito, o mesmo critério discriminatório na relação entre o Estado e os municípios, favorecendo correligionários e penalizando opositores. Conclui apelando ao “brio gaúcho”, para que o eleitor reflita sobre o retrocesso político e institucional que representaria a vitória de Brizola, associada ao retorno de práticas autoritárias já superadas. | pt_BR |
| dc.subject | Trabalhismo; Caudilhismo; Facciosismo; Eleitorado; Retrocesso; Autoritarismo | pt_BR |
| dc.title | A Concepção Brizoliana da Federação | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |