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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-04-15T12:07:06Z | |
| dc.date.available | 2025-04-15T12:07:06Z | |
| dc.date.issued | 1959-02-06 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/8242 | |
| dc.description.abstract | O governador Bias Fortes defende a ideia de um candidato de conciliação para as próximas eleições presidenciais no Brasil, buscando um entendimento entre os dois maiores partidos, o PSD e o FDN. Ele sugere que uma figura de projeção nacional e virtudes poderia garantir ordem, paz e trabalho para o país. No entanto, ele enfrenta várias dificuldades em sua proposta, pois existem vários candidatos com pretensões claras, como Jânio Quadros, Ademar de Barros, João Goulart e o marechal Lott, que dificilmente desistiriam de suas candidaturas para apoiar uma figura conciliatória. Além disso, mesmo que uma figura ideal fosse encontrada, seria difícil gerar consenso em torno dela. O autor também reflete sobre os malefícios das campanhas presidenciais no Brasil, que frequentemente geram crises políticas traumáticas. Exemplo disso são as crises de 1937, 1954 e 1955, que envolveram golpes de Estado e outras instabilidades. Pilla questiona se a proposta de Bias Fortes seria realmente uma solução ou apenas um paliativo que não resolveria o problema estrutural. A verdadeira solução, segundo o autor, estaria em uma reforma constitucional que reduzisse os poderes do presidente e transferisse sua eleição para o Congresso Nacional. Isso evitaria as campanhas presidenciais e as crises subsequentes, estabelecendo um sistema parlamentarista. Este é, na visão do autor, o verdadeiro remédio para os problemas políticos do país. | pt_BR |
| dc.subject | Bias Fortes; Candidato de Conciliação; Consenso; Crises Políticas; Reforma Constitucional | pt_BR |
| dc.title | O Mal e o Verdadeiro Remédio | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |