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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-04-16T15:22:08Z | |
| dc.date.available | 2025-04-16T15:22:08Z | |
| dc.date.issued | 1959-09-30 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/8288 | |
| dc.description.abstract | Denuncia a grave crise econômica e social vivida pelo Brasil, apesar de o país não estar em guerra. Descreve um cenário de escassez de alimentos, racionamento e longas filas para adquirir itens básicos, semelhante ao vivido por nações em conflito. Contudo, o autor destaca que a última guerra real do Brasil foi a do Paraguai, e que, nas grandes guerras mundiais, a participação brasileira foi mínima. Assim, ele questiona como a nação chegou a esse estado de calamidade sem ter enfrentado um conflito armado. Pilla argumenta que a causa fundamental da situação reside no intervencionismo estatal instaurado a partir de 1930. Esse modelo, segundo ele, atribuiu ao Estado poderes excessivos, desorganizando sistemas de transporte e desestimulando a produção nacional. Ele critica duramente esse intervencionismo como um sistema nocivo, especialmente num país de governo irresponsável. A isso soma-se a inflação desenfreada, que ele classifica como loucura governamental. Para Pilla, o verdadeiro conflito que o Brasil enfrenta é interno: trata-se de uma guerra entre um governo irresponsável e uma população indefesa e sofrida. A produção e o trabalho deixaram de ser valorizados, enquanto as negociatas e os privilégios se tornaram norma. | pt_BR |
| dc.subject | Crise; Escassez; Racionamento; Inflação; Falência | pt_BR |
| dc.title | Em Estado de Guerra, Sem Guerra | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |