Resumo:
Critica severamente a falência dos Institutos de Assistência e Previdência Social no Brasil. Ele aponta que, além da falta de apoio do Estado, a má gestão e a prodigalidade das administrações desses institutos têm sido responsáveis por sua situação precária. A dissipação dos recursos, não apenas das contribuições dos patrões, mas principalmente das dos trabalhadores, é destacada como um erro grave. Observa que, apesar das reformas sociais implementadas no país, a falta de uma verdadeira inspiração generosa por trás dessas ações tem gerado pouco efeito positivo. Os recursos destinados à previdência e assistência social foram desperdiçados, com os institutos sendo transformados em instrumentos de poder político. A presidência de um desses órgãos tinha o peso de um ministério, mas sem a devida responsabilidade social. Questiona se esses institutos têm realmente beneficiado os trabalhadores, sugerindo que o resultado de sua criação foi negativo, especialmente pelo aumento do custo de vida devido às contribuições obrigatórias para a previdência, assistência social e sindicatos. Critica a elevação dos encargos econômicos que as atividades produtivas enfrentam, sem qualquer compensação real para a sociedade. Para ele, a assistência e a previdência se transformaram em uma "parasitose". Ele encerra sugerindo que os trabalhadores reflitam sobre essas questões, distantes das promessas demagógicas.